Porque em todo sistema funcional existe uma força que movimenta cada componente para que tudo fique sempre na mesma ordem: a Homeostase. Qdo surge algo tentando alterar a monotonia daquele sistema, a homeostase aumenta para que o sistema não se altere. Então o sistema passa a ter duas forças atuantes: a homeostase (que puxa tudo de voltar ao ponto inicial) e a mudança (que lança tudo a uma nova disposição).
Também somos um sistema. Temos funções orgânicas, sentimentos, comportamentos que são nossos padrões. Muitas vezes temos sempre os mesmos sonhos, lamentos e ações. Até que um dia resolvemos mudar tudo. É aí que a homeostase passa a atuar com força contra o ímpeto de mudança para que a pessoa continue no mesmo lugar: "tô" sem vontade, não consigo, não posso, não quero mais.
Vivemos este conflito nos momentos de transição em nossa vida. É que a mudança cria um certo caos. Este caos nos leva a deixar de ser quem somos até então. A mudança passa a significar uma crise. E é justamente neste ponto que recuamos, permitindo que a homeostase nos leve de volta a mesmice, carregados nos braços do desânimo e da depressão. Mas esta crise é um processo natural e necessário para que possamos atingir um novo ponto em nossa vida.
Qdo vejo alguém se queixando de que não consegue se concentrar para estudar, que quer muito mas sempre acaba ficando disperso, eu me pergunto a serviço de quê está atuando a homeostase dessa pessoa. Não adianta ficar se perguntando o que deve ser feito para evitar a crise. Não existe um jeito de mudar a situação sem atravessar a crise. A cada desejo de mudança que surge, a homeostase aumenta e lança a pessoa de volta para o cenário de sempre. O que deve ser perguntado é de que forma, o quanto, para quê se quer mudar. Todos temos que enfrentar algum momento de crise. A diferença está em atravessar essa crise e vivenciar de maneira consciente tudo que ela acarreta (angústias, medos, desânimo, fracassos, retomadas) ou recuar cada vez que sentimos que a nossa homeostase nos puxa de volta à concha.
Também somos um sistema. Temos funções orgânicas, sentimentos, comportamentos que são nossos padrões. Muitas vezes temos sempre os mesmos sonhos, lamentos e ações. Até que um dia resolvemos mudar tudo. É aí que a homeostase passa a atuar com força contra o ímpeto de mudança para que a pessoa continue no mesmo lugar: "tô" sem vontade, não consigo, não posso, não quero mais.
Vivemos este conflito nos momentos de transição em nossa vida. É que a mudança cria um certo caos. Este caos nos leva a deixar de ser quem somos até então. A mudança passa a significar uma crise. E é justamente neste ponto que recuamos, permitindo que a homeostase nos leve de volta a mesmice, carregados nos braços do desânimo e da depressão. Mas esta crise é um processo natural e necessário para que possamos atingir um novo ponto em nossa vida.
Qdo vejo alguém se queixando de que não consegue se concentrar para estudar, que quer muito mas sempre acaba ficando disperso, eu me pergunto a serviço de quê está atuando a homeostase dessa pessoa. Não adianta ficar se perguntando o que deve ser feito para evitar a crise. Não existe um jeito de mudar a situação sem atravessar a crise. A cada desejo de mudança que surge, a homeostase aumenta e lança a pessoa de volta para o cenário de sempre. O que deve ser perguntado é de que forma, o quanto, para quê se quer mudar. Todos temos que enfrentar algum momento de crise. A diferença está em atravessar essa crise e vivenciar de maneira consciente tudo que ela acarreta (angústias, medos, desânimo, fracassos, retomadas) ou recuar cada vez que sentimos que a nossa homeostase nos puxa de volta à concha.
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